– Em sintonia com os limites da cidade –

Belo Horizonte vive situação delicada em relação às suas ocupações urbanas

Nos próximos dias, poderá haver um desalojamento em massa das ocupações urbanas existentes em Belo Horizonte – dentre elas, a Camilo Torres (no Barreiro), o Recanto UFMG (em frente à portaria da Av. Antônio Carlos) e a Dandara (bairro Céu Azul, limite com Ribeirão das Neves). Estima-se que 20 mil pessoas enfrentarão as dificuldades das chuvas nas ruas da cidade, caso as reintegrações de posse dos terrenos (ociosos, diga-se de passagem, há bastante tempo) seja efetivada. Pontes e viadutos da Linha Verde serão, talvez, a nova moradia desses sem-teto.

Com uma postura que não contempla o debate, a Prefeitura de Belo Horizonte não tem dialogado com os ocupantes para se chegar a uma solução. Numa firme postura de relutância, as pessoas permanecem nas suas casas – correndo o risco de serem expulsas pelo Batalhão de Choque da Polícia Militar, grupo de enfrentamento à desordem pública.

Por conta dessa situação conflituosa, diversos setores da sociedade, atuantes e simpáticos aos movimentos de ocupação, estão encabeçando um manifesto contra esse desalojamento forçado, procurando a via do diálogo (que não tem sido a máxima operante da atual gestão municipal). Um manifesto já foi publicado, podendo ser lido neste link.

Fica aqui aberto o espaço para a Prefeitura de Belo Horizonte para o seu posicionamento.

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